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24 de Novembro de 2017

Poliamor! Duas mulheres e um homem realizam união estável

Camila Vaz, Advogado
Publicado por Camila Vaz
há 2 anos

Poliamor Duas mulheres e um homem realizam unio estvel

A primeira união estável entre duas mulheres e um homem foi assinada nesta sexta-feira, 1º, no estado do Rio de Janeiro.

O funcionário público Leandro Jonattan da Silva Sampaio, 33 anos, a dona de casa Thaís Souza de Oliveira, 21 anos, e a estudante de técnica de enfermagem Yasmin Nepomuceno da Cruz, também de 21 anos, realizaram a união no 15º Ofício de Notas.

Segundo o jornal 'O Globo', o trio decidiu oficializar a união para facilitar direitos que podem ter em comum, como plano de saúde.

Os três residem juntos em Madureira, onde nasceram, em uma casa de um quarto. Eles planejam vender a casa para poder aumentar a família.

Fonte: atarde

105 Comentários

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Que sejam felizes. A vida é deles, a escolha é deles e ninguém tem nada a ver com isso. Eles não estão prejudicando ninguém, muito pelo contrário, é uma decisão que não afeta ninguém além deles mesmos. continuar lendo

Tem a ver com você a partir do dia que um falecer e os outros dois quiserem pensão pela morte, seguro de vida e outros direitos. Aí vai começar a discussão de se "divide" a pensão ou cada um "tem direito ao todo". Os reflexos desse tipo de permissão ainda não foram avaliados pelo juiz que autoriza tal tipo de conduta. Com relação a vida dos três, que façam o que quiserem desde que seja legal, mas que haverão reverberações desse tipo de conduta, isso sem dúvida. continuar lendo

De acordo com minhas convicções, em caso de pensão, essa deverá ter o valor dividido entre os "dependentes", como ocorre normalmente quando há mais de um e não haja exclusão. continuar lendo

Bravo!!! Concordo plenamente com a sua voz Layon. Vou repetir a sua fala. Obrigado pela ajuda, eu estava procurando falar a mesma coisa e você cumpriu isso. Que se preocupem mais com a saúde pública e a deposição desse governo falido. Que o amor fique quieto onde se encontra, ainda mais quando milhares de mulheres estão sem homens. Sorte dessas moças. Muitas Felicidades !!! continuar lendo

A questao eh juridica e nao social. E regime de união nao prevista em nossa legislacao.
Esta em pauta a questao juridica. continuar lendo

Layon Rodrigues > Sim a vida é deles, e ninguém tem nada com isto. Por enquanto meu querido. No texto é dito que eles pretendem vender a casa, que é pequena, porque querem construir família. E como ele vai continuar tentando mostrar que é muito macho, é óbvio que ele engravidará ambas na mesma época. E ai começam os problemas. Pelo visto ele não é bem informado. Olha o que diz a notícia do Jornal: "Segundo o jornal 'O Globo', o trio decidiu oficializar a união para facilitar direitos que podem ter em comum, como plano de saúde." Se os planos de saúde já não atendem com presteza nem uma família dita normal, irá atender o gostosão e sua duas gatonas, como sendo uma família? Até poderá atender, mas se forem pagos dois planos de saúde. Caso contrário nem a pau Juvenal. Depois ele é um simples funcionário público que, não deve ser ocupante de um cargo de alta remuneração. Pelo próprio fato, presume-se que ele deve ser um cidadão de inteligência mediana. Porque se tivesse um QI mais elevado, não entraria numa fria destas. Quando ele começar a receber as contas de água, luz, telefone, IPTU, lista de coisas para os bebes, roupas que a cada três meses precisam ser substituídas, porque as crianças crescem muito rápido, medicamentos, porque crianças estão sempre com gripe, renite, alergias, dores de barriga etc. Ai é que ele vai sentir o quanto dói uma saudade. O dó!!! continuar lendo

Asdrubal Caldas....kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk continuar lendo

A maioria dos comentários pensa na poligamia como se fosse um homem "dono" ou "responsável" por duas mulheres. E isso foi sim abolido por trazer diversas complicações sociais. Mas os dias de hoje são diferentes. Primeiro que ninguém é mais dono de ninguém. Homens e mulheres trabalham e não existe diferença hierárquica entre eles. Também não significa que o homem vá ter relações com uma ou com outra. O pensamento contemporâneo, com o desenvolvimento dos comportamentos homo e bissexuais, é que cada um dos três ame os outros dois igualmente. Não estamos falando de UMA pessoa estar mantendo outras duas pessoas. São apenas TRÊS pessoas que se inter-relacionam em paz. E, espera-se, com amor.

Por outro lado, minha opinião pessoal é de que é uma tremenda fria.
Se em um relacionamento entre duas pessoas acontece uma discussão, esses dois ou se resolvem, ou se separam. Agora imagina como seria a situação se a terceira pessoa tiver que tomar partido e defender um dos dois. E como seria uma eventual separação?

Mas, de qualquer forma.... Isso é problema exclusivamente deles. Ninguém tem nada com isso.

Quanto à pensão por morte, obviamente terá que ser dividida. continuar lendo

Desejo-lhe sorte em ter que aturar as duas mulheres de TPM. Penso que a fantasia de estar com duas mulheres é mais romântica e efêmera do que a realidade de conviver e lidar com duas mulheres em uma união estável. continuar lendo

A volta da poligamia, no casamento a legislação civil brasileira não permite o agrupamento de um homem e duas mulheres, nem permite uma mulher e dois homens. Nota-se de uma prática tão cultuada no período do império Romano e de muitas outras civilizações passadas e nos dias de hoje os seus adeptos estão tratando de trazer essa promiscuidade sexual de volta.

Este conceito sexual tão devastador está vindo a tona. Uma inversão de valores morais em prol de uma evolução(retrocesso social). Hoje são duas ou dois e amanhã será uma aglutinação de casais que se trocam e se agrupam como objetos de meros conceitos filosóficos.

Por outro lado vemos que no caso acima citado existe uma relação bissexual entre as mulheres que partilharam o mesmo o homem nesta relação de união estável. continuar lendo

O casamento poligâmico jamais foi reconhecido em Roma. Aliás, a irresoluta restrição ao casamento monogâmico é uma herança romana e pré-cristã. A poligamia era considerada um costume bárbaro, comum entre os povos orientais.

Noutra mão, o casamento poligâmico sempre fora comum nas classes abastadas, dentre os povos Semitas - primeiro dentre os judeus, e mais tarde os muçulmanos. Aliás, mesmo o cristianismo primitivo admitia tal prática, tendo surgido num meio predominantemente judaico.

Algo de errado nisso? Bom, fica a seu juízo. continuar lendo

Amigo, tente ver a situção sem a òtica da sexualização das relações. Voltar a traz é crer que as relaçoes familiares so devem existir com cunho sexual de reprodução. veja quantos, irmãos e irmãs que moram juntos, mesmo apos a morte de seus pais, e sendo assim deixa de se considerar família? continuar lendo

Gostaria de ver desse senhor Sefer o registro DE UM ÚNICO teólogo cristão primitivo que admita poligamia. continuar lendo

Ainda existem sociedades tribais, especialmente entre os nômades da Africa, que vivem ainda como viviam há milhares de anos, sistemas de poligamia socialmente aceitos e até desejados. Ser a segunda ou terceira esposa do chefe da tribo é mais vantajoso que ser a única de um membro qualquer e é o sonho de muitas moiçolas. E os antigos semitas (citados em outro comentário, eram tribais). Mas em sociedades civilizadas, ao contrário, a poligamia nunca foi aceita. O homem, fosse o próprio rei, membro da nobreza ou plebeu, só tinha uma esposa. As demais eram concubinas. Era permitido sim, mas o único direito delas e de seus filhos era o de serem sustentados pelo homem e pai, respectivamente. Um faraó podia ter uma centena de concubinas em um harém, mas a única esposa era a rainha. Os únicos herdeiros, os filhos da rainha. Na falta de herdeiros, quem tomava o trono era um irmão mais velho sobrevivente ao faraó e não o filho mais velho de uma das suas concubinas. Viver em um harém era um luxo e uma proteção e ter uma filha "recrutada" ao harém era motivo de orgulho para uma família de classe média e até da baixa nobreza. Em indenização, o faraó presenteava a família da concubina com isenção de impostos e bens materiais. Só o fato de ter que indenizar a família da moça já mostra que essas mulheres não eram esposas e não tinham direito de esposas e seus filhos não tinham direitos de filhos, tanto que seus nomes não eram escritos no hieroglifos. Falei um pouco dos egípcios, porque foi o que fluiu melhor, mas na maioria dos casos era assim mesmo nessas sociedades antigas, inclusive no antigo Império do japão, quase tão antigo quanto o egípcio. Ou seja, em sociedades civilizadas (leia-se: não tribais), a poligamia sempre foi um embaraço social, mesmo quando era comum e aceitável. E na evolução das sociedades, acabou por ser extinta, de tão complicada que era, em vez de passar a ser "regulamentada". Então sim, conforme você disse aqui, eu também sou da opinião de que isso é um retrocesso e não uma evolução social. continuar lendo

Comparar irmãos que residem juntos com isso?
Acabou o mínimo de moral que a sociedade tinha...
e digo mais, isso vai acabar em tragédia, alguém aí vai acabar sendo passional, se sentindo menos amado que o outro (a) em algum momento...
Aguardemos continuar lendo

Estou pasma que o Brasil aceite a poligamia, mas nao o aborto... continuar lendo

A gravidade das duas temáticas é infinitamente diferente: com a descriminalização do aborto está sendo autorizada a morte de um ser inocente (o maior direito previsto pela nossa CF/88 é a vida), já com a declaração dessa união estável (entre três pessoas capazes) não há prejuízo algum para terceiros. continuar lendo

O aborto é um crime hediondo gravíssimo! continuar lendo

Estou pasmo que você tenha visto uma possibilidade de raciocinar por analogia nos dois casos. continuar lendo

Fellipe Miranda, vejo a questao de um angulo diferente.
A defesa da criminalizaçao do aborto mostra claramente o desejo de manutençao do controle na escravizaçao da mulher, do querer ser proprietario do corpo e tambem da mente de um ser humano livre e, portanto, com o direito de fazer com seu corpo o que lhe aprouver.
Apenas em paises teocratas ou com populaçao imbecilizada pela midia e pelas igrejas ocorre esta dominaçao sobre o utero feminino.
Proibir o aborto alem de ser uma posiçao retrograda, demonstra ignorancia e egoismo absoluto. Milhares de vidas se perdem a cada ano com abortos clandestinos. Essas perdas de numerosas mulheres em idade ativa seriam evitadas se elas nao fossem obrigadas a recorrer a serviços de aborto alternativo clandestinos e tivessem o direito que varios paises jah reconheceram ter, que é o de fazer o aborto em condiçoes de conforto, higiene e com profissionalismo.
Ha algo errado num pais que permite a poligamia, mas proibe o aborto. continuar lendo

Estou pasma que o Brasil aceite a poligamia, que continue negando o direito ao assassinato de inocentes! continuar lendo

Por favor senhora feminista, não quer ter filhos, use metodos contra conceptivos, faça uma ligadura de trompas, ou qualquer outra coisa do gênero... continuar lendo